Guru do Amor | AMOR DE CRIANÇA
15627
single,single-post,postid-15627,single-format-standard,ajax_fade,page_not_loaded,,qode-theme-ver-10.0,wpb-js-composer js-comp-ver-4.12,vc_responsive
 

AMOR DE CRIANÇA

AMOR DE CRIANÇA

happy_kids_dia-das-criancasHoje, estive em um evento da atual empresa em que trabalho e tive a oportunidade absurda de ver e sentir a simplicidade, inocência e intensidade do amor de uma criança.

O evento foi uma comemoração ao dia das crianças e a fábrica foi aberta para os colaboradores e seus familiares que, por 3 horas e 30 minutos, puderam se conhecer, brincar, participar de sorteios, comer à vontade, ganhar brindes e, principalmente, confraternizar.

Por ser uma pessoa muito observadora e isso fazer parte da minha profissão, não pude deixar de perceber o prazer dos pais em proporcionar aqueles momentos aos seus filhos e cônjuges. Prazer também evidenciado nos olhos e empenho dos envolvidos na organização do evento.

Tenho certeza de que foi uma tarde mágica, daquelas de filmes de animação, com direito à pipoca, cachorro- quente e algodão doce.

Essa introdução é exclusivamente para tentar expressar o que me levou a escrever depois de algum tempo focado em outros projetos. Hoje, vi, com os olhos de expectador, o que é uma criança feliz. Independente da classe social, tipo de roupa, cor da pele, cargo do pai na empresa, estavam todos, todos mesmo com um único propósito, ser criança e se divertir.

Tão bonito uma criança dizer “obrigado” por receber uma pulseira ou um adesivo de identificação, dar saltos de alegria por ganhar uma garrafinha com a marca da empresa que o pai ou mãe trabalha, ou até sair correndo com dois sacos de pipoca para levar para o irmão. A beleza está na pureza do ato, no fato de não pensar para fazer e, sim, fazer por sentir.

Óbvio que houve diversos outros momentos ou acontecimentos que me chamaram a atenção, mas, se eu comentar todos, vou acabar falando mais do evento e me tornar um contador de história, quando na verdade quero ser um estimulador de reflexões.

Vindo do trabalho para casa, pensei muito no que vi, senti, percebi e ouvi. Acredito que todos os meus sentidos estiveram bem ligados para absorver a esfera de energias positivas dessas 3 horas e 30 minutos.

Tudo isso me fez pensar na minha infância, o que passei, guardei, tentei esquecer, o que me fez ser o que hoje sou. Lembrei-me do quanto sempre fui alegre, brincalhão, protetor, carente, transgressor e muito mais. Foi uma nostalgia com certo prazer.

Com a intenção de reflexões, como a que passei, proponho que use, após ler o texto, seus próximos 5 minutos refletindo sobre sua criança. Isso mesmo, a sua criança! Aquela que você foi e que, de certo modo, ainda habita em você. Tente, vai ser interessante.

Aproveitando o momento de troca que estamos fazendo, mesmo sem nos conhecer, sugiro outra reflexão.

Qual será o futuro dessas crianças? O que temos feito na educação dos nossos filhos? Quais exemplos somos para os que nos têm como referência? O que eu posso fazer para ser melhor e oferecer o melhor de mim para uma criança?

Para essa reflexão, peço que não estipule um tempo.  A mantenha em seus pensamentos até que tornem-se palavras, em suas palavras até que se tornem atos, em seus atos até que se tornem hábitos e em seus hábitos até que se tornem parte do seu caráter.

No Comments

Post A Comment